Algarve Natural


Surpresas e encantos de um universo por descobrir.

Na multiplicidade algarvia encontram-se espaços em que a Natureza se encontra ainda em estado puro.

Nos parques naturais, nos sítios classificados, ou nos locais de interesse ecológico, sobrevivem espécies, da fauna e da flora, que fora destas áreas estão já em vias de extinção. Outras há que, graças a características muito próprias da região, só aqui se desenvolveram, constituindo património local.

É bom viver no Algarve!
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Novos Rurais – E VOCÊ… AINDA VIVE NA CIDADE?

Novos Rurais é o nome criado para designar uma nova classe de pessoas que, tendo nascido na cidade, optam por viver no campo. Geralmente são amantes do campo. Tendem a aproveitar o melhor de ambos os mundos e “levam” algum do conforto que têm na cidade para o campo.

Novos Rurais – Farming Culture

Novos valores que sustentam a procura da proximidade com a natureza e com a vida no campo.

Pensar o “rural” e o “urbano” a partir de um ponto de vista dos agentes sociais que realizam essa interação, rompendo com a dualidade inerente a essas categorias. Entre o ‘local’ e o ‘global’

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Hortas urbanas: Levar as raízes à cidade

                Hortas urbanas: Levar as raízes à cidade
O fenómeno das hortas urbanas é recente em Portugal, mas os agricultores citadinos aumentam a cada dia. Os motivos prendem-se com a ocupação de tempos livres, o alívio do stress e a prática de agricultura de auto-subsistência.
As hortas urbanas, familiares ou comunitárias são pequenas parcelas de terreno alugadas a particulares para a cultura de legumes, flores e frutos em pleno cenário citadino. Este fenómeno surgiu nos países do Norte da Europa, durante a segunda metade do século XIX.
Em Portugal, a actividade começou a ser implementada e divulgada há pouco tempo mas, ainda assim, o número de hortas urbanas tem vindo a crescer, até nos contextos menos previsíveis.
A criação de hortas na cidade pretende, por um lado, garantir a auto-subsistência através de produtos hortículas e, por outro, promover a eco-sustentabilidade. Existe uma “necessidade crescente da população em contactar com a natureza e dar utilidade a espaços verdes”, refere Ana Lopes, gestora do projecto “Horta à Porta”. Em contexto de crise, o projecto garante um apoio orçamental às famílias, “tentando ir de encontro às carências” da população.

HORTAS DE SUBSISTÊNCIA AJUDAM FAMÍLIAS CARENCIADAS

As hortas de subsistência têm como missão ajudar na qualidade de vida das populações. Em 2009, foram criadas as duas primeiras hortas de subsistência, na Maia e na freguesia de Rates, na Póvoa de Varzim. Em 2010, foram inauguradas a Horta Social do Melião e a Horta da Nobrinde, a primeira criada a nível empresarial, destinada aos trabalhadores da instituição. Em Abril, a Horta Biológica Parque da Vila foi criada para reconduzir os agricultores da Freguesia de Custóias.

“Horta à Porta” está no Porto desde 2003

No Grande Porto, o “Horta à Porta” surge em 2003 para “promover a qualidade de vida da população, através de boas práticas agrícolas, ambientais e sociais”, refere Ana Lopes.
Aos interessados em praticar agricultura biológica e compostagem, a rede da “Horta à Porta” disponibiliza talhões de, no mínimo, 25 metros quadrados. A água, o local de armazenamento das ferramentas e o compostor comum também são assegurados. Uma das regras impostas pela Lipor é a utilização exclusiva de produtos biológicos.
Em 2008, a cidade tinha oito hortas urbanas em actividade. Três anos depois, são 17 as hortas activas no Grande Porto. A Lipor, em parceria com as juntas de Freguesia de Aldoar, S. Pedro de Rates, Aver-o-mar, Maia e Custóias, os municípios de Matosinhos, Póvoa de Varzim, Maia e Porto, a Comunidade Terapêutica do Meilão e a Empresa Nobrinde, disponibiliza, “no total, 429 talhões, maioritariamente em hortas localizadas em zonas urbanas”, esclarece a gestora do projecto.
“Os utilizadores podem cultivar produtos hortículas, plantas aromáticas, medicinais e condimentares e flores comestíveis”, elucida Ana Lopes. “Trata-se de um regresso às origens”, explica.
O projecto “Horta à Porta” está entre os 30 finalistas dos “Prémios Novo Norte“, incluído na temática do “Norte Inclusivo”. Os vencedores do concurso vão ser conhecidos a 30 de Junho, no Mosteiro de São Bento da Vitória, no Porto.

Fonte: Jornalismo Porto Net

Centro de Portugal

60 Anos pela Natureza em Portugal

Esta publicação retrata o percurso do Movimento Ambientalista em Portugal e as “batalhas” travadas em prol da Conservação da Natureza e do Ambiente, desde a década de 40 até aos dias de hoje. Com este livro, a LPN recupera algumas das histórias e das memórias que compõem o percurso do Movimento Ambientalista e homenageia todos aqueles que nele participaram.

Tertúlia a Sul

Tema da Tertúlia a Sul

Consumimos a maior percentagem da nossa existência a cumprir rotinas. Isso bastará para nos dar a felicidade que todos perseguimos? Ou, como seres inquietos que nascemos, ambicionamos sempre algo mais, algo diferente do que satisfaz os outros bichos?

Eis um problema existencial que sempre preocupou espíritos sensíveis. Quem é mais feliz? Quem preenche um ideal de vida mais verdadeiro? A gente simples e inculta do campo, que frui a sua existência em contacto com a natureza, sem interrogações, sem angústias, sem dúvidas, limitando-se a viver uma vida natural, acreditando na pureza dos seus actos e na força da fé, ou as pessoas que lêem, viajam, estudam, se interrogam, duvidam, se angustiam, sempre insatisfeitas, sempre em busca de respostas que não encontram, desesperadas?

Que vida tem mais sentido? A vida simples e natural ou a vida complexa de quem ousa questionar? O povo tem um ditado: “Não vá o sapateiro além da chinela.” Isto é, não estaremos a querer saber demais?