Casas para o presente e futuro

Os principais objectivos deste projecto são atrair, sensibilizar e informar as pessoas que procuram (re) construir edifícios e espaços. Para tal, serão convidados todos aqueles/as que projectam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais aportando valor acrescentado à qualidade de vida.

EcoCasa Portuguesa o “estado da arte”, do cruzamento entre arquitectura, energia e ecologia, o ponto máximo das técnicas e tecnologias passivas e possíveis.

EcoCasa Portuguesa
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Eco Casa Portuguesa

Uma casa amiga do ambiente e 100% portuguesa

Os promotores da EcoCasa Portuguesa, desígnio que nasceu nas redes sociais, querem construir uma casa amiga do ambiente 100% portuguesa. Desde o projecto de arquitectura aos materiais utilizados, a ideia é que tudo seja made in Portugal e fornecido graciosamente.

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«A casa modelo será uma forma de os ‘embaixadores’ promoverem os seus produtos e serviços», explica João Monge Ferreira, um dos dois promotores. Esta primeira habitação, um T3 orçado em 150 mil euros a construir «num prazo de dois anos», é um projecto com «uma forte componente pedagógica ambiental», acrescenta.

O também criador do movimento Novos Rurais – que promove o regresso à vida no campo – adianta que o Alentejo e o Algarve são as localizações que estão a ser estudadas, mas o objectivo é que a casa se «adapte aos diversos climas, relevos e matérias-primas de cada região», até porque o futuro do projecto passa pela sua comercialização. «É o aproveitamento e sintonia com o meio ambiente que está na base da arquitectura bioclimática», explica João.

O Sol é «um dos principais elementos a ter em conta, pois o seu aproveitamento, quer em termos térmicos, quer em termos de iluminação, será a peça chave para construção de um edifício sem consumo de energia». Os materiais escolhidos têm um «bom desempenho ambiental e energético», permitindo reduzir o consumo de electricidade – «uma vez que o conforto interior é facilmente alcançado sem recurso a aparelhos de climatização» – e a emissão de gases com efeito de estufa.

Por: Ana Isabel Pereira   Jornal Sol

Caça Fotográfica

Caça Fotográfica: uma alternativa à caça convencional

Caçar belas e inesperadas imagens de fauna com uma câmara fotográfica tem muitos dos atractivos e emoções associados à caça convencional, sem os seus tiros e riscos. Também as espécies-alvo e as áreas de caça fotográfica são muito mais vastas…

Alexandre Vaz

 
Nos tempos que correm a caça é cada vez mais uma actividade polémica.

O despertar da consciência ecológica gerou um movimento que defende que a caça está deslocada no tempo e que é uma actividade bárbara. Por sua vez, os caçadores argumentam que a caça é tão antiga quanto o próprio Homem. Esse é um facto incontornável, mas também não há dúvida que a evolução da nossa espécie se tem feito, entre outras coisas, à custa da substituição de comportamentos e rituais básicos e primitivos por outros mais complexos e sofisticados. Também é verdade que a caça tem sido em muitas situações motor e instrumento de conservação da Natureza. Veja-se o caso de algumas espécies de patos da América do Norte, que foram salvos da extinção graças ao esforço dos caçadores.

Não há dúvida que o nosso planeta está superlotado de pessoas e que as agressões ao meio ambiente são cada vez mais violentas. Certamente que a caça, enquanto actividade desportiva, para não contribuir também ela para este enorme desequilíbrio terá necessariamente que assentar em modelos de gestão cuidadosamente delineados. Como consequência disso, a caça é hoje uma actividade dispendiosa, que poderá em breve ficar apenas ao alcance de alguns.

Naturalmente que muitos caçadores não são indiferentes aos petiscos que se podem preparar com os animais que caçam, mas se noutros tempos a necessidade de obter alimento era a razão que os fazia calcorrear montes e vales, hoje em dia essa já não é a sua principal motivação. Passear no campo, estar com os amigos ou o prazer da perseguição são o que actualmente leva milhares de pessoas a sair de casa com uma arma ao ombro.

Felizmente, estes requisitos podem ser encontrados numa outra actividade, com um número crescente de praticantes, cujos impactos na natureza são certamente menores (num sentido ou noutro): a Fotografia de Vida Selvagem.(Cont. Naturlink)