Casa construída com garrafas de plástico – Nigéria


A Associação de Desenvolvimento de Energias Renováveis (DARE), na Nigéria, descobriu uma nova solução para pessoas que necessitam de um lar. A solução foi encontrada em garrafas de plástico desperdiçadas.

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Casas para o presente e futuro

Os principais objectivos deste projecto são atrair, sensibilizar e informar as pessoas que procuram (re) construir edifícios e espaços. Para tal, serão convidados todos aqueles/as que projectam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais aportando valor acrescentado à qualidade de vida.

EcoCasa Portuguesa o “estado da arte”, do cruzamento entre arquitectura, energia e ecologia, o ponto máximo das técnicas e tecnologias passivas e possíveis.

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PISAR A TERRA NUA E CRUA

Há mestres construtores que levantam casas em terra crua. Isto desde o tempo em que Cristo andava pelo mundo. Deitam a terra entre dois taipais de madeira, fecham os topos com comportas, apertam tudo com agulhas de ferro, costeiros e cordas e pisando-a com maços, levantam paredes. Esses especialistas eram – porque hoje já quase não existem – os construtores da taipa, pedreiros que, além desta, dominavam outras técnicas de construção.

A maior parte do Alentejo abrigou as suas gentes em casas de taipa. Casas senhoriais de impressionante traçado foram assim construídas, sirva como exemplo o Paço Ducal de Vila Viçosa. Outras vezes eram construções de somente quatro paredes, quase sem compartimentos, como as pobres casas do Castelo, em Serpa.

Construir em taipa é uma forma de utilizar o mais singelo e comum dos materiais: a terra. A pedra há que procurá-la aqui e ali, ajeitá-la, parti-la. O tijolo há que moldá-lo do barro, secá-lo, cozê-lo, dispô-lo um sobre o outro. A terra, de onde vimos e aonde retornamos, é outra coisa. Está à mão. Existe em toda a parte. Há só que compactá-la para que ganhe resistência. Prensá-la de forma adequada, para que se transforme em barreira contra a intempérie. É uma invenção quase óbvia do homem.
(…)
(do livro Margem Esquerda do Guadiana de João Mário Caldeira)

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Uma casa amiga do ambiente e 100% portuguesa

Os promotores da EcoCasa Portuguesa, desígnio que nasceu nas redes sociais, querem construir uma casa amiga do ambiente 100% portuguesa. Desde o projecto de arquitectura aos materiais utilizados, a ideia é que tudo seja made in Portugal e fornecido graciosamente.

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«A casa modelo será uma forma de os ‘embaixadores’ promoverem os seus produtos e serviços», explica João Monge Ferreira, um dos dois promotores. Esta primeira habitação, um T3 orçado em 150 mil euros a construir «num prazo de dois anos», é um projecto com «uma forte componente pedagógica ambiental», acrescenta.

O também criador do movimento Novos Rurais – que promove o regresso à vida no campo – adianta que o Alentejo e o Algarve são as localizações que estão a ser estudadas, mas o objectivo é que a casa se «adapte aos diversos climas, relevos e matérias-primas de cada região», até porque o futuro do projecto passa pela sua comercialização. «É o aproveitamento e sintonia com o meio ambiente que está na base da arquitectura bioclimática», explica João.

O Sol é «um dos principais elementos a ter em conta, pois o seu aproveitamento, quer em termos térmicos, quer em termos de iluminação, será a peça chave para construção de um edifício sem consumo de energia». Os materiais escolhidos têm um «bom desempenho ambiental e energético», permitindo reduzir o consumo de electricidade – «uma vez que o conforto interior é facilmente alcançado sem recurso a aparelhos de climatização» – e a emissão de gases com efeito de estufa.

Por: Ana Isabel Pereira   Jornal Sol