Conheça um Algarve diferente!

 

 

O interior tranquilo e verdejante esconde aldeias tradicionais e paisagens espectaculares.
Aprecie a beleza e o aroma da vegetação onde não falta alecrim, rosmaninho, funcho, tomilho, esteva, urze ou até as orquídeas, mais raras.

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A construção em terra


Ainda hoje, são inúmeros os montes com construções em taipa, muitos deles abandonados à espera de renovação.

Em Portugal, é essencialmente no Baixo Alentejo que a construção em terra tem maior expressão. A estrutura geológica, as características do solo, a herança cultural de povos com tradição em construções de terra, o clima seco e o ambiente essencialmente rural são factores fundamentais para potenciar o desenvolvimento da construção em terra.

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Alentejo – A força da terra

 

No Alentejo, a força da terra marca o tempo.

A amplitude da paisagem é entrecortada por sobreiros ou oliveiras que resistem ao tempo.
E por muito que se conheça há sempre mais por conhecer!

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Alentejo – Chaminé em Tijolo Burro

O tijolo burro é utilizado na construção há vários milénios, não tendo as suas caracteristicas variado significativamente ao longo dos anos, uma vez que tal como nos primórdios continua a ser fabricado com a mesma matéria prima, a argila (terracota).

O tijolo burro é fabricado a partir de argila extraída em barreiros próprios, que depois de triturada e moída é amassada, podendo então ser moldada com o formato desejado, neste caso o tijolo burro. Após um periodo de secagem que varia de acordo com as condições metereológicas ( o tempo de secagem depende do calor e da humidade do ar) e que pode ir de 5 a 30 dias, o tijolo burro, ainda cru, é introduzido no forno onde será cozido a uma temperatura de aproximadamente 1100º.

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São Brás de Alportel – Algarve


O centro histórico é o ponto privilegiado para partir à descoberta de São Brás de Alportel. O adro da Igreja Matriz oferece-lhe uma bela panorâmica, desde o barrocal até ao mar, e no seu entorno, pode encontrar algumas das mais valiosas jóias do património concelhio.

Em pleno coração da vila, pode apreciar os mais vistosos e importantes edifícios. Observe o contraste entre os edifícios altos e imponentes e as modestas habitações térreas, percorra as ruas estreitas, demore-se nos largos, aprecie os magníficos trabalhos em cantaria, as chaminés e as açoteias que caracterizam a arquitectura local.

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Querença – Algarve

Situada num monte fica a aldeia de Querença que dá o nome à freguesia, que já pode caracterizar-se pela transição entre o Barrocal e a Serra. As casas descem pela encosta em todas as direcções, situando-se bem lá no alto a pequena e bonita igreja, orgulho das gentes de Querença. É nesta freguesia que se destila um dos mais afamados medronhos e se produz o mais apreciado chouriço, para além de outras tipicidades. A Festa das Chouriças constitui, entre outros, um dos pontos mais altos das festividades que em Querença se realizam anualmente.

Esta pequena povoação conserva boa parte da sua traça tradicional. Num dos seus extremos existe uma nora tradicional recuperada e nas proximidades fica uma das jóias da paisagem algarvia, a Fonte Benémola, onde se conserva um dos melhores exemplos da vegetação original do Barrocal, zona de transição entre o litoral algarvio e a serra.

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Serra de Monchique – Algarve

Aprecie a arquitectura, tradicional nas paredes brancas, cantarias e típicas chaminés de saia do casario de Monchique. As ruas íngremes e estreitas da vila desvendam diferentes panoramas sobre a serra.
Suba 902 metros e chegue ao ponto mais alto da serra e de todo o Algarve – o Pico da Fóia.

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