Praia da Salema entre as 10 melhores do mundo

Algarve Salema 2

O The Guardian coloca a praia algarvia entre as 50 melhores do mundo e entre as 10 melhores para as famílias. A seleção foi feita pelos leitores do jornal.

O jornal britânico escreve que a aldeia piscatória de Salema, no concelho de Vila do Bispo – Algarve, conseguiu escapar ao grande desenvolvimento ou seja ao “boom” da construção. A praia da povoação mantém-se genuína e limpa sob uma bandeira azul que certifica a sua qualidade.

Numa breve descrição, o The Guardian revela as redes dos pescadores “deitadas” na areia branca, as pegadas de dinossauros, que podem ser encontradas preservadas na rocha calcária, e as ondas serenas olhadas, no verão, pelos nadadores-salvadores.

Para além da beleza natural, o jornal revela ainda que ali nada falta para apoiar quem escolha dar um mergulho na Salema. Há espreguiçadeiras e guarda-sois para alugar, casas de banho, duches e , claro, restaurantes e cafés.

Portuguese Food Experience

Algarve - Xarém com Conquilhas
This is Portugal…this is Algarve!

Republic of Foodies
A Secret Food Club & Friends

 

Alentejo – Mértola

Alentejo - Mértola

Cá fora, sob uma luz intensa reflectida nas paredes claras, Mértola mostra-se semelhante a muitos locais do Alentejo, com as ruas engalanadas de laranjeiras, pequenos comércios com os produtos locais e trânsito lento. Mas, aos poucos, conforme se entra na zona muralhada e se pisam as gastas lajes, uma história grandiosa revela-se sob os nossos pés e olhos, desmentindo a aparente pequenez do burgo.

É bom viver no Alentejo!
http://www.facebook.com/alentejo.pt

Os dias que correm – Em modo de sobrevivência

Andamos por aí blindados, brincando aos carros de assalto, cada um a pensar na melhor estratégia para defender os seus interesses. Fala-se e ninguém realmente escuta, impacientemente à espera da sua vez de falar. E depois… todos têm tantas opiniões para dar e tanta razão no que dizem!
Quando as coisas azedam, do assunto em discussão passa-se para o ataque pessoal e lá vão mais uns entrechoques, uns riscos e uns arranhões. Fala-se de coisas que nada têm que ver mas há que saber que, em modo de sobrevivência, os egos disparam sem raciocinar sobre tudo o que mexe. E os minutos e as horas passam… nada se decide… nada se conclui. Vai-se lavando roupa suja. E à mão!
Geralmente está tudo muito mais empenhado em ter razão e fazer valer o seu ponto de vista – custe o que custar e sem olhar a meios – do que em ouvir todas as partes, ponderar a melhor solução e chegar a um consenso. Alguns opinam mesmo só por opinar, porque ficar calado é sinal de não se ter opinião – fica mal. Por isso, quando chega a hora de tomar decisões – daquelas que não podem ser adiadas – está tudo exausto e desgastado. Decide-se então à pressa, tendo em pouca conta o que foi dito, porque tem de se chegar a alguma conclusão e já é tarde!
Escute o seu coração!Portugal sem Prozac
Procuramos gente positiva e feliz
http://www.facebook.com/portugalsemprozac

Novos rurais: Os electrotécnicos das ervas aromáticas

Os bits e megabits, os computadores e as novas tecnologias foram esquecidos e todas as energias e processamento de dados são agora canalizadas para as Ervas de Zoé, a empresa sedeada no Ladoeiro, na Quinta das Mentas, que mudou radicalmente a vida dos engenheiros electrotécnicos Henrique Manso e Rosário Martins.

Uma mudança muito ponderada, que deixou para trás toda uma vida estável em termos profissionais e pessoais, uma vida bem sucedida, com “uma excelente casa e hipótese de progressão na carreira”. Tudo ficou em Lisboa e nem todos os que os rodeiam perceberam esta troca do mais que certo, pelo inseguro.
Foi um risco que foi sustentado ao longo dos anos, muito pensado, discutido, mas realizado com uma forte certeza e enorme força de vontade. “Foi uma decisão que tomámos cedo, mas chegámos à conclusão que tinha que ser e que não íamos esperar pela reforma”, refere Rosário.
Ambos, de forma mais ou menos consciente, sentiam o apelo à terra, às suas origens. As famílias têm raízes em pequenas aldeias da região e o regresso amiúde foi aguçando o apetite do retorno às origens. “Não é uma decisão fácil, a todos os níveis. Uma pessoa tem estabilidade profissional, tem uma vida a rolar e decidir deixar um conjunto de coisas, não é fácil. Mas, quando há vontade, acaba por se sobrepor. E acreditar que o que se vai fazer vai resultar, tão bem ou melhor do que aquilo que se fazia, é um pormenor fundamental”, afirma Henrique.
A família de Rosário é de Lentiscais, anexa de Castelo Branco, e apesar de ter seguido um caminho diferente e optado pela grande cidade, sempre sentiu uma relação muito forte com a terra. “À medida que ia tendo uma vida cada vez mais citadina fui-me apercebendo e o Henrique acompanhou-me sempre nesse sentimento”, concretiza.
Começaram então à procura de um terreno e quase correm o país com esse objectivo. Não havia dúvidas que o concelho de Idanha-a-Nova era a opção certa e o Ladoeiro ganhou. “Aqui há muita água e excelentes condições para praticar agricultura, não estando muito longe dos Lentiscais nem da terra do Henrique, que é perto do Sabugal. Foi também uma coincidência encontrar este local com todas estas condições para fazer aromáticas”, explica, porque, desde início que a ideia era dedicarem-se às aromáticas. Não tanto pelas condimentares, mas sim pelo chá, de que ambos são fãs incontornáveis.
“Isto foi um gosto que sempre tive ao longo da vida e que nunca valorizei. Tinha a paixão pela electrónica e pelas novas tecnologias, que foi sempre mais importante, mas o outro esteve sempre presente e foi crescendo até se tomar esta decisão”, diz Rosário, sendo seguida por Henrique que reitera que “é uma paixão de há muitos anos, principalmente da Rosário, que já vinha adquirindo conhecimentos e por isso, quando aqui chegámos já sabia bem o que queria, apesar da sensibilidade para as aromáticas lhe ser inata”.
Quando deixaram tudo para trás, os filhos tinham um e três anos e esse foi o móbil que preponderou. “Foram um pouco eles que nos empurraram, tínhamos vontade mas nunca nos decidíamos e com estas idades achámos que estava no limite, para eles não criarem raízes e não têm a noção do que ficou para trás e do que existe hoje”, concretiza a mãe.
Já estão há três anos com as Ervas de Zoé. Pouco tempo para implementar um projecto destes que, para já, se estende quase ao hectare e meio de plantação de aromáticas, apesar de a quinta possuir cerca de oito.
Ao todo, são cerca de 50 plantas diferente que utilizam para condimento e para chás. E o tratamento da planta em si é diferente consoante a sua finalidade. “Para condimentar tiramos só as folhinhas, porque é desagradável apanhar paus, por exemplo, numa salada. Já para infusão trituramos em troços pequenos”, explica Henrique.
As Ervas de Zoé têm 12 referências condimentares e 21 para infusão, para além do conjunto de misturas que foi criada, para linhas específicas. Nomeadamente a da manhã (com três chás diferentes), o pós-refeição (com dois) e a noite (com dois). Já estão a trabalhar numa outra linha, dedicada ao bem-estar.
“Pedem-nos imensos chás para emagrecer… é uma loucura”, afirma Henrique, embora esta linha se estenda a infusões destinadas a problemas como a febre…ou outros sintomas que possam ser combatidos desta forma.
“A Rosário é a pessoa que tem mais feeling e inspira-se no que existe, na literatura e sobretudo nos franceses. Depois, vai experimentando e para além do efeito, procura que seja saboroso, porque uma infusão deve ser um momento de prazer e não um castigo”, ironiza Henrique.
As Ervas de Zoé são distribuídas, essencialmente, para lojas e o escoamento é feito pelo casal. “Nós fazemos tudo: produção, processamento das plantas, embalamento e depois procuramos os clientes”, acrescenta, destacando que vendem em lojas da especialidade e lojas gourmet. A Espanha ainda não chegaram, porque também ainda não houve essa preocupação. Este ano esperam atingir já um número de lojas razoável e reconhecem que ao fim destes três anos as coisas evoluíram bem.

Autor: Cristina Mota Saraiva/Lídia Barata

Exposições “Sabores da Europa” e “Azeite – Saberes com sabor”

Duas mostras que resultam de um projecto europeu que inclui o Museu de Portimão e outros oito museus do Velho Continente. “Sabores da Europa” debruça-se sobre a questão “porque comemos o que comemos”, enquanto o núcleo expositivo “Azeite – Saberes com sabor” revela a evolução histórica dos olivais tradicionais aos novos cultivares intensivos, dos antigos lagares de varas às mais recentes tecnologias utilizadas nos modernos lagares, mas também as alterações na comercialização – da venda ambulante pelos azeiteiros, à aquisição “avulso” nas mercearias de bairro, até ao azeite embalado, em lata ou em garrafa, à venda nas lojas gourmet e nas grandes superficies comerciais.

Até  2011-07-31

Horário:
Terça: 14h30-18h00
Quarta a Domingo: 10h00-18h00

Entrada Livre

1º EVENTO CYCLE CHIC LISBOA

Cartaz_-_Cycle_Chic

No próximo dia 28 de Maio, terá lugar o primeiro EVENTO CYCLE CHIC LISBOA.