Os dias que correm – Em modo de sobrevivência

Andamos por aí blindados, brincando aos carros de assalto, cada um a pensar na melhor estratégia para defender os seus interesses. Fala-se e ninguém realmente escuta, impacientemente à espera da sua vez de falar. E depois… todos têm tantas opiniões para dar e tanta razão no que dizem!
Quando as coisas azedam, do assunto em discussão passa-se para o ataque pessoal e lá vão mais uns entrechoques, uns riscos e uns arranhões. Fala-se de coisas que nada têm que ver mas há que saber que, em modo de sobrevivência, os egos disparam sem raciocinar sobre tudo o que mexe. E os minutos e as horas passam… nada se decide… nada se conclui. Vai-se lavando roupa suja. E à mão!
Geralmente está tudo muito mais empenhado em ter razão e fazer valer o seu ponto de vista – custe o que custar e sem olhar a meios – do que em ouvir todas as partes, ponderar a melhor solução e chegar a um consenso. Alguns opinam mesmo só por opinar, porque ficar calado é sinal de não se ter opinião – fica mal. Por isso, quando chega a hora de tomar decisões – daquelas que não podem ser adiadas – está tudo exausto e desgastado. Decide-se então à pressa, tendo em pouca conta o que foi dito, porque tem de se chegar a alguma conclusão e já é tarde!
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Milhares de alfacinhas,renderam-se à vida no campo

Milhares de alfacinhas (e não só) renderam-se à vida no campo e desceram a avenida da Liberdade para ver vacas, porcos, pepinos e tomates.

A Festa da Quinta, em que os visitantes eram convidados a fazer um piquenique, terminou com um concerto de Tony Carreira, a que assistiram milhares. Para o vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, a adesão das pessoas é “um indicador de que é necessário incentivar a criação de hortas urbanas“. O autarca acrescentou que perante o interesse demonstrado pelos visitantes “a mostra de alimentos funcionou como uma autêntica aula”.

Numa reprodução do mundo rural, a mostra contou com 5500 talhões, onde 32 produtores nacionais mostraram o melhor que se produz no país. Eunice Silva, presidente do Clube de Produtores da Sonae (empresa que realizou o evento), precisou que “desde 1998 as compras a produtores nacionais ultrapassaram os 1100 milhões de euros”.

Entre os visitantes, os espaços destinados aos animais foram os mais concorridos. Junto das vacas, Manuel Carvalheiro referiu que foi à avenida para “matar saudades da juventude”, quando, em Pinhel, ajudava os pais no campo, trabalho que viria a abandonar aos 25 anos, quando foi para Lisboa trabalhar como motorista.

Vegetal com má fama, por ter sido associado à propagação da bactéria E.coli, o pepino foi também exposto em Lisboa. Eunice Silva referiu que não houve qualquer receio da organização. “Os nossos clientes sempre demostraram confiança nos vegetais nacionais”.

Cycle Chic

Clássicas de corrida de outros tempos, tornaram-se hoje em dia, concorridas máquinas para utilização urbana. O Rui enviou-me estas fotos, orgulhoso do seu brinquedo novo… mas quem fica bem na bicicleta é a sua cara metade!

via: Lisbon Cycle chic 

In Transition to a Positive Future

In Transition to a Positive Future from Transition Town Worthing on Vimeo.

Turistas de Sofá

A maior agência de turismo do mundo. O seu sofá. Turismo participativo.

 

Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas… o que gostamos mesmo… é de viajar!

Aqui, valoriza-se a partilha de experiências, porque «as pessoas seguem as pessoas». Vale mais as ideias de outros viajantes do que a imagem transmitida por uma instituição oficial.

Tennis

Rafael Nadal blasts by Andy Murray in the BNP Paribas Open

Leonard Cohen – Avalanche